E se você estabelecesse uma conexão visceral com o cliente? “Hã? Como assim, Paul?.”
Vamos lá: Estamos na era da velocidade. Quanto mais rápido melhor. Porém, é preciso resgatar o palpável, o orgânico, o papel, o lado humano da pessoa sentir, da pessoa se surpreender. Captou a essência da conexão visceral?
Aproveite as oportunidades: estabelecendo uma conexão visceral
Imagine que você está numa feira, numa convenção de vendas do seu setor, do seu segmento. Você faz alguns contatos, conversa com diversas pessoas, até que rola um papo legal.
Ou até mesmo num elevador (a gente nunca sabe quando vai surgir uma oportunidade de fazer negócios!).
Sabe quando você encontra um amigo de infância, e ele te pergunta: Como é que você está? Ah, estou bem, agora eu faço palestras e treinamentos de vendas!
E ele responde: Ah, isso é bacana, pô! Sou líder de um time de vendedores, quem sabe não te levamos para fazer alguns treinamentos na minha empresa?
Pois bem, percebe que nesse contato já existe uma conexão emocional com essa pessoa?
Para manter o elo, você precisa então trocar informações. Para tanto, precisa entregar um cartão, um folder, um panfleto.
Você se conecta, você faz todo um jogo cênico
Seja com a sua roupa, com a sua logomarca, com o seu slogan, com as estratégias, todas as micro facetas que você lança mão para conquistar, captar atenção desse cliente, esse potencial cliente, você se conecta, faz um jogo cênico.
No entanto, o erro muitas vezes surge pela falta de atenção aos detalhes.
Muitas vezes, você se desconecta exatamente na hora de entregar um cartão. Sabe como? Quando você entrega, por exemplo, um cartão comum simples que amassa facilmente. O cara dobra, rasga, joga a oportunidade no lixo.
Aí você me diz: A comunicação de hoje é a da velocidade. Então você entrega um cartão digital. Porém, ele também vai ficar esquecido. Eu te garanto que também vai acontecer uma desconexão.
Por quê? Porque existem milhares de outros contatos no celular do cara. Ele não está nem aí pra você, viu? Acabou.
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A sacada da Conexão Visceral
Agora, e se você por um acaso colocasse algo eterno que que chamasse a atenção dele, uma conexão visceral, algo que ele consegue sentir fora do padrão da tela, do celular, do vício, muito além do WhatsApp, das redes sociais, dos milhares de sites, algo que chegue e chame atenção dele para sempre.
Imagine algo que desperte a atenção dele. Um alarme. Isso chama-se Conexão. Visceral. Vou explicar para você. Um dis meus grandes mestres, John Bauer, criou um termo que eu amo, chamado ereção comercial.
Não é vulgar. Calma, você entrega algo pro seu cliente e aquilo cresce na mão dele. Olha o meu cartão. Dois lados. Acontece uma conexão.
Conceba algo que fique para sempre na mão do seu cliente. Um cartão físico de altíssima qualidade, que se comunica.
Um exemplo: quando chego numa reunião eu levo uma sacolinha e coloco em cima da mesa, já cria uma curiosidade.
Eu deixo lá um presente, inusitado, um fôlder mega, ultra, master, caprichado, por quê ele vai ficar, o cliente não vai jogar fora esse folder, vai ficar com ele com o seu catálogo.
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Conclusão sobre Conexão Visceral
Estamos na era da velocidade, como bem disse o monstro Bill Gates. Quanto mais rápido melhor. Porém resgate resgate esse papel, o lado da pessoa sentir, da pessoa se surpreender.
Grave o termo: ereção comercial na mão do seu cliente, um pacote, algo bonito. Resgate o designer como fez Steve Jobs, que pensava nos micro detalhes da embalagem, da experiência de você abrir o computador e você ligar pela primeira vez o celular, aquilo é pensado com micro detalhes, essa comunicação visceral.
visual da sua empresa tem que se comunicar. O seu carro adesivado, o seu fôlder, o seu uniforme. Tudo, todas as micro facetas da conexão visual, da comunicação visceral. Combinado?


























