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Seu evento precisa de uma atração. Mas que tipo de experiência você quer criar?

Paul em palestra para público corporativo, com o título “Seu evento precisa de uma atração. Mas que tipo de experiência você quer criar?”.

Quando alguém me pergunta qual é a melhor atração para um evento corporativo, eu quase sempre sinto vontade de responder com outra pergunta: o que aconteceu com esse público antes de a atração entrar e o que precisa acontecer depois que ela terminar?

Pode parecer preciosismo, mas essa resposta muda tudo.

Já trabalhei em auditórios, convenções, coquetéis, feiras, lançamentos de produto, reuniões de executivos e confraternizações.

Em alguns desses ambientes, eu precisava conquistar uma plateia inteira ao mesmo tempo. Em outros, circulava entre pequenos grupos.

Como escolher uma atração para evento corporativo?
Para escolher uma atração para evento corporativo, defina primeiro o que aquele momento precisa provocar no público. Considere objetivo, perfil dos participantes, formato do ambiente, horário, programação anterior e posterior e nível de interação desejado. Depois, escolha o formato e o profissional mais adequados a essa função.

Houve evento em que minha função era ajudar uma empresa a transmitir uma mensagem; em outro, era criar descontração suficiente para que pessoas que mal se conheciam começassem a conversar.

O formato poderia até envolver a mesma linguagem artística, mas o trabalho que eu estava fazendo dentro do evento era completamente diferente.

Essa experiência me fez desconfiar de uma prática bastante comum na organização de eventos: decidir primeiro que “precisamos de uma atração” e começar imediatamente a procurar nomes, bandas, mágicos, humoristas, palestrantes e experiências.

A lista cresce rapidamente, só que a pergunta mais importante ainda não foi respondida: Para quê?

Uma ideia para guardar
Uma apresentação brilhante no lugar errado continua sendo a escolha errada.
Antes de escolher uma atração para evento corporativo, vale entender qual função aquele momento precisa cumprir dentro da experiência inteira.

A atração entra numa história que já começou

Quem trabalha com palco aprende rápido que a plateia não nasce quando você entra, mas sim que ela já chega trazendo uma bagagem recheada de tudo o que lhe aconteceu antes.

Pode ser que aquelas pessoas estejam desde oito da manhã ouvindo sobre metas e números, apresentações técnicas e discursos de diretoria.

Talvez eles tenham acabado de receber uma notícia importante da empresa ou ainda estejam numa celebração depois de um ano excelente ou num encontro realizado depois de meses particularmente difíceis.

Em um coquetel com clientes, a dinâmica é outra. As pessoas circulam, conversam, chegam em horários diferentes e talvez nem queiram parar durante cinquenta minutos para assistir a alguma coisa.

Numa convenção, existe uma programação e um ritmo mais definidos. Num lançamento, atenção e marca precisam conversar. Numa feira, existe disputa física pela atenção de quem está andando pelo corredor.

É por isso que considero perigoso avaliar uma atração apenas assistindo a um vídeo bonito e editado. Ok, o vídeo é muito importante, no sentido de mostrar aquilo que o profissional faz. No entanto, o organizador precisa descobrir qual o impacto que aquilo que ele assiste no vídeo fará dentro do evento.

A PCMA, uma das principais organizações internacionais do setor de eventos, aborda em um de seus cursos justamente de planejamento estratégico da experiência a partir de análise do público, mensagem da marca, envolvimento emocional, execução e avaliação posterior.

E a atração faz parte dessa arquitetura, e acredito que não deveria aparecer apenas como um bloco solto na grade.

O que funcionou num coquetel pode ser péssimo num auditório

Essa diferença fica muito clara quando olho para trabalhos que já fiz.

Num evento corporativo da Takeda, em Jaguariúna, a apresentação aconteceu para funcionários e diretores reunidos numa celebração da empresa. Ali havia uma plateia estruturada e um momento em que todos podiam participar de uma mesma experiência.

Já no coquetel da Oji Papéis, o formato foi close-up: durante cerca de 90 minutos eu circulava entre os convidados e fazia apresentações pequenas, próximas, aproveitando justamente uma situação em que as pessoas estavam socializando. Obrigar todo mundo a parar e sentar provavelmente teria trabalhado contra a natureza daquele encontro.

Na Oxiteno, durante uma feira no Expo Transamérica, o ambiente tinha fluxo, estandes e disputa por atenção. A mágica foi utilizada junto aos clientes e visitantes e integrada à comunicação do estande.

E houve ainda um lançamento da Intralinks, no qual fiz a introdução de um novo produto durante um jantar corporativo. Nesse caso, a apresentação precisava ajudar a abrir espaço para algo que viria depois.

Esses exemplos são antigos na cronologia da minha carreira, mas continuam ensinando uma coisa muito atual: “evento corporativo” é um nome grande demais para descrever experiências completamente diferentes.

Quando alguém pede orçamento sem explicar praticamente nada além da quantidade de pessoas e da data, ainda falta boa parte da conversa.

Comece pela mudança que você quer provocar naquela sala

Há eventos em que a atração precisa elevar energia, enquanto em outros, precisa ajudar a desacelerar.

Em um dia, o desafio é aproximar as pessoas; em outro, concentrar todo mundo em uma mesma mensagem. Algumas programações estão tão carregadas de informação que colocar mais cinquenta minutos de explicação seria quase uma crueldade.

Outras possuem entretenimento suficiente e precisam de alguma coisa que também carregue conteúdo.

Por isso, quando penso numa atração para evento corporativo, gosto de imaginar o estado da sala antes e depois.

E se o público chegar cansado e você precisar devolvê-lo à programação de maneira mais presente? Ou ainda, e se por ventura, você ter o desafio de levar às pessoas uma mensagem estratégica importante que precise ganhar corpo?

Há situações ainda onde rode ser que um grupo de clientes precise sair sentindo uma relação diferente com a marca, ou mesmo um encontro de líderes precise trocar o modo apresentação pelo modo participação.

Todas essas situações e hipóteses de cenários contribuem muito mais do que começar a busca por uma atraçãopara o evento resumindo em dizer que “queremos algo impactante”.

Impactante como?

Já vi evento em que impacto significava colocar quinhentas pessoas em pé, algo que em outros casos, seria um desastre. Uma reunião de diretores pode pedir inteligência, sutileza e proximidade. Uma convenção de vendas pode tolerar, e até pedir, outra intensidade. Percebe as nuances?

A verdade é que a atração não precisa demonstrar tudo o que sabe fazer assim, de uma vez, de bate pronto. Precisa fazer aquilo que aquele momento pede.

Entretenimento e conteúdo não vivem em lados opostos

Durante muito tempo o mercado tratou essas escolhas como se o organizador tivesse duas caixas.

Numa delas estaria o conteúdo sério: palestra, especialista, conhecimento. Na outra, diversão: música, humor, show, mágica.

Minha carreira foi construída justamente num lugar em que essa divisão nunca fez muito sentido.

Já fiz entretenimento corporativo puro, inclusive em coquetéis, feiras e celebrações, e sei o valor que isso pode ter. Também trabalho com palestras em que vendas, liderança, atendimento e comportamento precisam sustentar a experiência. São necessidades diferentes.

O erro acontece quando a empresa contrata conteúdo e recebe algo pesado para aquele momento ou contrata entretenimento quando precisava que uma mensagem continuasse trabalhando depois.

Considero que engajamento, networking, conteúdo e participação são elementos complementares da jornada do participante. O evento não precisa escolher entre “ser útil” e “ser agradável”; a questão é desenhar uma experiência coerente com seu objetivo.

Foi desse espaço que nasceu, para mim, o valor da Palestra Show.

Ela faz sentido quando a empresa quer trabalhar uma mensagem corporativa, mas entende que a forma como essa mensagem chega também importa.

Humor, participação e ilusionismo deixam de ser pequenos intervalos divertidos e passam a fazer parte da própria apresentação. A página da Palestra Show Paul & Jack apresenta justamente essa combinação entre conteúdo corporativo e mágica.

Conheça a Palestra Show Paul & Jack

O horário importa, mas não pelos motivos óbvios

Quando alguém monta uma programação, é fácil tratar horários como espaços equivalentes de uma planilha.

Das 9h às 10h cabe uma coisa. Das 14h às 15h cabe outra.

Quem trabalha diante de público sabe que não é tão simples.

Uma sala depois de uma sequência longa de apresentações é diferente da mesma sala no começo do dia. Um encerramento possui outra carga emocional. Depois de uma premiação, a plateia está num estado diferente daquele que antecede a divulgação de uma nova estratégia.

Eu não escolheria a atração somente porque “temos sessenta minutos disponíveis”.

Perguntaria o que aquela hora herdou da programação.

Esse raciocínio é diferente daquele artigo em que tratei especificamente da dificuldade de segurar uma grande plateia depois do almoço.

Aqui a questão é mais ampla: um evento produz uma espécie de trajetória emocional. Cada bloco recebe uma sala modificada pelo bloco anterior.

Quem organiza bem percebe isso e quem sobe no palco com experiência também.

Participação precisa aproximar, não colocar alguém em perigo social

Existe uma frase que aparece muito em briefing: “Queremos algo interativo”. Eu gosto, afinal, boa parte do meu trabalho depende de interação.

Mas “interativo” não deveria significar escolher uma pessoa aleatoriamente, colocar um foco de luz sobre ela e torcer para que esteja confortável em virar personagem na frente dos colegas.

As pessoas possuem relações diferentes com exposição. Isso fica ainda mais delicado em ambiente corporativo porque existe hierarquia na sala.

Uma brincadeira com um diretor, um cliente importante, alguém recém-contratado ou um funcionário tímido pode produzir efeitos completamente diferentes.

O papel de quem possui experiência de palco é perceber limites sem matar a espontaneidade. Eu quero que a pessoa participe e volte para o lugar pensando que viveu uma coisa boa. Não quero que passe o restante do evento calculando por que aceitou levantar da cadeira.

Essa preocupação parece pequena até você assistir a uma dinâmica que cria constrangimento diante de trezentas pessoas.

Interação boa faz a plateia pensar “eu gostaria de estar lá”.
Quando todo mundo começa a rezar para não ser escolhido, talvez a experiência esteja trabalhando contra o evento.

O tamanho da plateia muda o tipo de presença

Outra informação que aparece rapidamente no orçamento é a quantidade de convidados.

Ela importa, claro.

Mas cem pessoas sentadas num auditório e cem pessoas espalhadas num coquetel representam problemas completamente diferentes.

Em uma apresentação para uma plateia grande, o palco precisa organizar atenção coletiva. O gesto, o ritmo, a visualidade e a própria escolha das interações mudam. No close-up, trabalho a um metro de distância das pessoas e posso explorar detalhes impossíveis num auditório de quinhentas pessoas. Paul & Jack possui inclusive esse formato específico para coquetéis, jantares e eventos VIP.

Feiras pedem outra lógica ainda. O público não necessariamente chegou procurando você; ele está passando. O trabalho pode começar antes da apresentação formal, atraindo atenção, criando curiosidade ou ajudando a movimentar determinado espaço. A página de Feiras e Convenções mostra esse formato na trajetória de Paul & Jack.

Por isso, perguntar apenas “quantas pessoas?” não resolve o briefing.

Precisamos saber como essas pessoas estarão vivendo aquele ambiente.

O briefing bom começa onde o orçamento costuma terminar

Data, cidade, horário, quantidade de convidados e estrutura técnica são essenciais. Sem essas informações nem sabemos se a apresentação é viável.

Mas elas ainda não dizem por que o evento existe.

Antes de escolher uma atração, eu procuraria respostas para algumas perguntas:

  • O que o público terá vivido imediatamente antes daquela apresentação?
  • O que a empresa gostaria que mudasse na energia, percepção ou comportamento da sala?
  • Quem estará presente: funcionários, líderes, clientes, parceiros, vendedores, franqueados ou uma mistura desses públicos?
  • Existe alguma mensagem que precisa atravessar o momento ou o objetivo é deliberadamente apenas celebrar e entreter?
  • O que acontecerá logo depois?
  • Qual nível de participação combina com a cultura e com aquele público?
  • A atração deve concentrar todos num palco, circular entre convidados ou funcionar dentro de outro espaço, como feira, jantar ou coquetel?

Eu gosto dessas perguntas porque fazem a contratação sair da comparação superficial entre currículos.

Às vezes uma empresa percebe que não precisa da atração que imaginava.

Isso também é bom briefing.

Escolher pelo nome pode resolver ansiedade e criar outro problema

Eventos possuem pressão.

Data marcada, diretoria envolvida, orçamento, fornecedores, reputação de quem está organizando. Em algum momento é tentador procurar o nome mais conhecido possível porque a fama parece funcionar como seguro.

Em alguns casos essa escolha será excelente.

Só que reconhecimento público e adequação não são exatamente a mesma coisa.

O profissional pode ser ótimo e ainda estar fora do lugar naquele contexto. Pode possuir um conteúdo excelente, mas inadequado para o estágio da programação. Pode funcionar maravilhosamente num auditório e pouco num ambiente de circulação. Pode ter presença enorme e nenhuma abertura para personalização.

Quem organiza um evento não deveria perguntar apenas “essa pessoa é boa?”.

Precisa conseguir responder também:

“Boa para fazer o quê aqui?”

Essa segunda pergunta protege orçamento, experiência e, principalmente, a confiança que você está depositando em alguém diante do seu público.

A personalização mais importante quase nunca está no slide

Colocar a marca da empresa no telão é fácil.

Mencionar o nome do evento também.

Personalização de verdade aparece quando a apresentação compreende o contexto.

Na minha experiência, isso muda exemplos, ritmo, ênfase, tipo de interação e até o papel que a apresentação ocupa na grade.

Uma atração num lançamento de produto não deveria funcionar exatamente como num encontro interno de liderança. Uma convenção de vendas carrega expectativas diferentes de um jantar com clientes. Uma confraternização pode precisar que a empresa pare de falar de si durante alguns minutos e simplesmente dê às pessoas uma experiência agradável juntas.

Há registros do trabalho de Paul & Jack em todas essas situações: lançamento corporativo, reunião de diretores, coquetel, feira, convenção, endomarketing e confraternizações.

Isso é útil não porque cria uma coleção de logotipos.

Cria repertório para reconhecer que o mesmo público corporativo muda quando o contexto muda.

Às vezes, seu evento realmente só precisa divertir as pessoas

Tenho muita tranquilidade para dizer isso. Nem toda atração corporativa precisa ensinar liderança, nem todo coquetel precisa terminar com três aprendizados e nem toda confraternização precisa transformar a festa num seminário sobre propósito.

Há momentos em que a empresa quer celebrar, agradecer, surpreender convidados ou criar uma atmosfera boa. Entretenimento pode cumprir esse papel perfeitamente. Digo isso do alto de uma trajetória extensa em shows corporativos, close-up, confraternizações e eventos de clientes.

A maturidade está justamente em reconhecer a função correta.

O problema começa quando você queria conteúdo e contratou apenas distração ou queria uma celebração e colocou as pessoas novamente numa sala para receber outro bloco de conteúdo porque parecia mais “corporativo”.

Um evento melhora quando paramos de obrigar toda atração a justificar sua existência da mesma maneira.

Existem momentos em que conteúdo puro pesa e entretenimento puro fica curto

É nesse intervalo que meu trabalho como palestrante e mágico se encontra de forma mais clara.

Imagine uma convenção em que a empresa precisa falar de vendas, liderança, atendimento ou motivação, mas o público já passou por vários blocos densos. Colocar mais uma apresentação convencional pode produzir resistência antes mesmo de o palestrante começar.

Ao mesmo tempo, talvez a organização não queira simplesmente interromper o fio estratégico do evento para inserir um show completamente independente da mensagem.

Nesse tipo de situação, a forma híbrida pode fazer muito sentido.

É exatamente a lógica que já desenvolvo na Palestra Show e nas palestras para convenções: entretenimento funciona a serviço de uma mensagem, e a mensagem ganha uma experiência de palco que não depende apenas de explicação.

Isso não torna o formato ideal para todos os eventos.

Torna-o adequado para determinados trabalhos.

E essa distinção, para mim, é o coração da escolha.

Antes de contratar
Conte o que seu evento precisa provocar antes de perguntar qual atração contratar.
Paul & Jack trabalha com palestras, palestra show, mágica de palco, close-up, convenções, feiras e experiências corporativas que podem ser adaptadas ao contexto e ao público.

Conheça os formatos de Paul & Jack para eventos corporativos

A melhor atração parece ter sido escolhida para aquele evento

Quando uma atração funciona muito bem, existe uma sensação difícil de medir em formulário.

Ela parece pertencer àquele momento.

O público não sente que alguém interrompeu o evento para colocar um número contratado. A apresentação conversa com o que já aconteceu, muda alguma coisa na sala e devolve as pessoas à programação num estado diferente.

Pode devolver mais energia, proximidade, curiosidade e uma mensagem mais clara, ou simplesmente a sensação de que aquele encontro valeu a pena.

Depois de tantos anos de palco, eu provavelmente consigo dizer em poucos minutos se uma ideia funciona artisticamente.

Para saber se funciona no seu evento, preciso conhecer o resto da história. E talvez essa seja a pergunta que deveria aparecer antes de qualquer cotação: Quando essa atração terminar, como você gostaria que a sala estivesse?

A resposta costuma encurtar bastante a lista de opções.

Perguntas frequentes

Como escolher uma atração para evento corporativo?

Comece definindo a função da atração dentro da programação. Considere o perfil do público, o ambiente, aquilo que aconteceu antes, o bloco seguinte e a mudança que você espera provocar na sala. Só depois compare formatos e profissionais.

Sempre bom lembrar que ofereço diversos outros tipos de palestras e shows, como:

Quais atrações podem ser usadas em eventos corporativos?

Há inúmeras possibilidades, entre elas música, humor, mágica, palestras, experiências interativas, performances artísticas e formatos híbridos. A escolha depende menos da categoria em si e mais da adequação ao público, ao ambiente e ao objetivo do encontro.

Palestra é considerada uma atração para evento corporativo?

Sim. Uma palestra pode ocupar esse papel quando sua função dentro do evento está bem definida. Dependendo do objetivo, ela pode abrir uma programação, trabalhar uma mensagem estratégica, provocar reflexão, desenvolver um tema ou participar do encerramento.

Qual a diferença entre palestra show e entretenimento?

Na palestra show, recursos de entretenimento fazem parte de uma apresentação que também possui uma mensagem corporativa. No entretenimento puro, a experiência pode ter como função principal divertir, celebrar ou aproximar os convidados sem a obrigação de desenvolver um conteúdo empresarial.

Uma atração corporativa precisa ser interativa?

Não obrigatoriamente. A interação é uma possibilidade de design da experiência. Quando usada, deve considerar perfil do público, hierarquias, ambiente e conforto dos participantes para que participação não vire constrangimento.

Paul & Jack realiza atrações para eventos corporativos?

Sim. O histórico de Paul & Jack inclui apresentações em eventos de empresas, convenções, feiras, lançamentos, coquetéis, confraternizações e reuniões executivas, além das atuais palestras e Palestra Show.

Te convido agora da dar o play no vídeo abaixo, é uma matéria do SBT sobre o impacto das minhas palestras.
Depois disso, é só me chamar.

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Paul Friedericks é mágico, palestrante e especialista em vendas com impacto emocional. Já ministrou palestras e treinamentos para equipes comerciais em todo o Brasil, levando às empresas uma abordagem prática, provocadora e centrada em alta performance com leveza e verdade.

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