Os empresários servem um número de funções diferentes: Eles são criativos, profissionais de marketing, financeiros e líderes carismáticos, mesmo quando executam tarefas de rotina e fazem chamadas telefônicas sem fim. Ainda assim, alguns destes papéis são mais importantes e mais proeminentes na vida de um empreendedor que os outros, e que merecem mais atenção e foco.
Um desses papéis maiores é o de “pessoa cheia de ideias”, em que um empresário visualiza o que pode ser alcançado, e sonha com as novas ideias que irão trazer essa visão mais próxima da realidade durante as fases de crescimento da empresa.
Uma pessoa cheia de ideias, é claro, é o que as pessoas tendem a pensar quando elas consideram a principal função de um empreendedor. No entanto, enquanto a geração de ideias é, sem dúvida, um papel empresarial crítico, há um outro papel ainda mais importante – o de vendedor.
Primeiro, vou explicar o porquê.
A maioria das ideias revolucionárias são melhorias, e não invenções
Uma vez Pablo Picasso disse:
“Os bons artistas copiam, os grandes artistas roubam”.
E até mesmo empresários influentes, como Steve Jobs, admitiram que acreditam e valorizam essa estratégia. Se você der uma olhada em alguns dos desenvolvimentos mais influentes nas últimas décadas, perceberá que não eram ideias totalmente originais.
Por exemplo, o Google não foi o primeiro motor de busca. O YouTube não foi o primeiro vídeo-upload e plataforma de compartilhamento orientada para o utilizador.
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Eles foram apenas melhorias de um modelo que já existia. Em vez de chegar com novas ideias por si só, os empresários por trás dessas empresas super bem-sucedidas apenas encontraram uma maneira de tornar essas ideias mais atraentes para um mercado de massa.
Como efeito, eles levaram adiante uma ideia que já existia e encontraram uma maneira de melhor vendê-la ao público. Infelizmente, até mesmo ideias surpreendentes podem tropeçar, se elas não forem vendidas de forma eficaz. Está surpreso, não é mesmo?
A dica é: as ideias evoluem com base no feedback dos clientes
O que parece no papel ser uma ideia valiosa pode falhar quando é testado em um ambiente real. Testes práticos de uma ideia orientam o seu desenvolvimento, o aprimorando o suficiente para agradar aos seus usuários. Pense sempre nisso.
Este processo de modelagem, moldagem e mudança de uma ideia é mais um papel das vendas do que um plano visionário. A parte mais importante do processo não está chegando com um bom começo, mas sim um ajuste que começa em algo que as pessoas vão realmente querer comprar. Tudo é moldado com base no retorno e tipo de aceitação.
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Os vendedores assumem a liderança na correspondência de um produto ao tentar atender às necessidades do cliente. O papel deles deve ser o mais importante que um empresário deve considerar aprimorar.
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E você, acredita que uma grande ideia pode mesmo ser um “aprimoramento” eficaz, ao invés de uma legítima invenção? O segredo não é criar do zero, é reinventar. Deixe sua opinião nos comentários!












































